Nossa Ilha


Mariana Galvão Lyra,
Pesquisadora no Instituto de Recursos Naturais, Ambiente & Sociedade da Universidade da Finlândia Oriental
“Iniciei meus estudos na Escola da Ilha Novo Mundo em 1986, quando o nome ainda era Flor & Ser. E lá se foram oito anos que fizeram a diferença na minha vida. As minhas melhores lembranças dessa época são a ideia de liberdade que a minha cabeça de criança associava com a ideia de ir à escola. Eu adoro aprender, então, havia este momento específico, como no modelo geral que se tem do propósito de uma escola, mas junto com este também havia outros aprendizados, como o teatro, a matéria “projeto” e a aula de música. Lembro-me da liberdade de uma aula na qual vários instrumentos musicais foram dispostos e podíamos escolher qualquer um e começar a tocar, intuitivamente. Sem pré-requisitos ou alguma regra pré-estabelecida. Além disso, as lições de alguns professores foram muito além das matérias em sala de aula. Sei que sou uma pessoa melhor porque tive uma professora que me ensinou muito sobre convivência em grupo, respeito, coleguismo, altruísmo. Gostaria de ressaltar ainda o aprendizado que tive na Escola no que diz respeito ao senso de coletividade. Quanto mais somos colocados em um convívio saudável com o outro diferente da gente, mais teremos o ímpeto da empatia. Sou muito grata aos meus pais por terem escolhido, em plena década de 80, uma educação não convencional para seus filhos”.


Carolina Monteiro Comarella,
8° lugar em Farmácia na Ufes
“Eu estudei quatro anos na Escola da Ilha-Florescer. Tenho muita saudade da escola, gostei de estudar lá. O ensino foi muito interessante, pois, o contato entre o aluno e o professor é próximo, algo que me agradou muito. O conteúdo era ensinado de forma dinâmica, por meio de debates e outras atividades. Além disso, aprendi valores importantes sobre como saber lidar com pessoas diferentes, respeitá-las e quero passar isso para frente. Uma lembrança que eu vou levar para a minha vida são os amigos que eu formei na escola, assim como os professores. Agora, espero me formar, seguir minha carreira e ajudar outras pessoas dentro do possível”.


Cecília Zon,
Arquiteta e mãe das ex-alunas Bruna Rody e Paula Rody
“As meninas estudaram na Escola da Ilha-Florescer desde o início, do 1° período ao 9° ano, e sempre tiveram muita paixão pela instituição, gostavam de verdade. A escola ensinou mais do que somente matérias, passou valores importantes como ter caráter e integridade. Outra coisa que gostei muito foi que depois que elas saíram, nenhuma delas sentiu dificuldade em outra instituição. Na verdade, elas se saíram muito bem. A Paula passou em 1° lugar em Arquitetura na Ufes e a Bruna está acompanhando, sem problemas, todas as matérias do 2° ano do Ensino Médio. A educação que elas receberam foi excelente, contudo, a melhor herança foram os valores que elas aprenderam. Indico sempre a Escola da Ilha-Florescer”.


Luiza Pavan, 17 anos
A
provada em Arquitetura na Ufes

“Foi muito bom e satisfatório ter passado no curso de Arquitetura na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). O ano de 2011 foi um ano de estudo, quando eu coloquei em prática tudo que eu aprendi, principalmente o que a Escola da Ilha-Florescer me ensinou, baseado no aprender a pensar. Ao longo dos 12 anos que estudei na Escola da Ilha-Florescer aprendi a cultivar a simplicidade e as amizades, valores que quero levar por toda a vida, inclusive para a faculdade, onde pretendo estudar para ter uma boa formação, um bom emprego e depois fazer algum curso de aperfeiçoamento no exterior”.


Marcela Reuter, 18 anos
A
provada em Medicina na Ufes

“Em 2011 eu estudei mais do que todos os outros anos – mais do que tudo, na verdade –para conseguir o que eu queria, que foi passar no curso de Medicina na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), em ótima colocação, 5° lugar. A minha base, que me ajudou a conseguir a entrar em Medicina, foi o aprendizado que a Escola da Ilha-Florescer me proporcionou do 2° período ao 9° ano, período fundamental na consolidação do meu conhecimento e no qual aprendi a entender o conteúdo e a praticar o raciocínio. Estou muito feliz com a aprovação, com sensação de dever cumprido, de uma nova etapa que se inicia. Agora, na universidade, pretendo continuar levando esse aprendizado e outros valores importantes que adquiri na escola”.


Davi Monticelli, 17 anos
A
provado em Engenharia Ambiental na Ufes

“Engenharia Ambiental é um curso difícil e ter passado na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) foi muito bom. Prestei vestibular em outras faculdades também, mas meu objetivo sempre foi a Ufes. Estudei muito e para passar contou bastante o que eu aprendi na Escola da Ilha-Florescer, principalmente por ter me ensinado a saber pensar. Outra aprendizagem que carrego da escola é conservar as amizades e buscar outros caminhos. No momento tudo é muito novo pra mim, mas quero conhecer e viver cada novidade que está acontecendo”.


Jade Drummond, 19 anos
Aprovada em Jornalismo na Ufes

“Foi incrível ter passado no curso de Jornalismo na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), depois de voltar de um intercâmbio no meio do ano e estudar somente seis meses. Eu estudei muito mesmo, afinal tive que estudar pelo ano inteiro, pois meu foco sempre foi a Ufes. Uma aprendizagem que me ajudou a passar no curso foi a base que tive na Escola da Ilha-Florescer. Minha vida de estudos foi toda lá, do 2° período ao 9° ano. Eles me ensinaram a pensar e a usar o meu aprendizado em outras coisas. Agora que passei quero avaliar as possibilidades para decidir qual área seguir. Tanto na universidade quanto na vida, sei que os valores da Escola da Ilha-Florescer, como aprender a conviver com as diferenças e correr atrás dos objetivos, vou levar comigo para sempre”.


Ana França, 18 anos
Aprovada em Jornalismo na UFMG e em Arquitetura na Ufes

“A minha surpresa foi ter passado nas duas universidades que eu fiz prova, na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), onde eu tentei o curso de Arquitetura, e na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde eu fiz prova para Jornalismo. Eu tinha acabado de voltar de um intercâmbio de um ano na França e tive que me esforçar. São dois cursos que eu gosto, porém, não me vejo trabalhando em Arquitetura, apesar de achar muito interessante. Já Jornalismo, eu comecei a me interessar na Escola da Ilha-Florescer, quando participei da produção do Jornal Voz da Escola. Em 2011 eu estudei muito e inclusive recorri aos cadernos de história e geografia que eu usava na escola, porque eu sempre gostei do método. Os sete anos que eu estudei na escola vão me marcar para sempre. Futuramente eu vou me mudar para Minas Gerais, mas penso em fazer Enem e tentar no Rio de Janeiro, em função da maior gama de opções de emprego na área de jornalismo”.